Morrer em Paz e Viver uma Vida Melhor

Morrer em Paz e Viver uma Vida Melhor

ISBN:9789727116928
Edição/reimpressão:05-2006
Editor:Pergaminho
Código:007600000279
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SINOPSE

«Todos vão morrer, mas ninguém está morto», diz um velho ditado tibetano. É a partir desta afirmação que Sua Santidade, o Dalai Lama conduz, ao longo destas páginas, uma reflexão sentida e profunda acerca do processo da morte, com base num poema de Panchen Lama que os budistas tibetanos usam como referência na sua reflexão diária sobre a morte. Morrer em Paz é uma obra decisiva e provocante, que nos revela a importância da preparação para o momento de morte no caminho para a iluminação.

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DETALHES DO PRODUTO

Morrer em Paz e Viver uma Vida Melhor
ISBN:9789727116928
Edição/reimpressão:05-2006
Editor:Pergaminho
Código:007600000279
Idioma:Português
Dimensões:150 x 229 x 11 mm
Encadernação:Capa mole
Páginas:168
Tipo de Produto:Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Desenvolvimento Pessoal e Espiritual > Autoajuda > Esoterismo

sobre Dalai Lama

Líder espiritual do Tibete e membro da ordem do budismo tibetano Gelupa, o atual Dalai Lama nasceu em 1935, em Tsinghai, numa família de camponeses na aldeia de Takster, com o nome de Lhamo Dhondrub. Apenas com dois anos de idade foi reconhecido como a reencarnação do 14.º Dalai Lama. Os Dalai Lama são vistos como reencarnações do príncipe Cherezig. Ao tornar-se líder espiritual do Tibete assumiu o nome religioso Jetsun Jambel Ngawang Losang Yeshe Tenzin Gyatso. Doutorou-se aos 25 anos em Filosofia Budista. Em 1959 foi obrigado a abandonar o país com a entrada das tropas chinesas. Desde esse ano vive exilado em Dharamsala, no norte da Índia. Defensor incansável da não violência, da tolerância, do diálogo e da preservação dos recursos naturais do planeta, visitou muitos países defendendo a convivência harmoniosa entre os povos, as culturas, as religiões e a própria natureza. Foi laureado com o Prémio Nobel da Paz em 1989, como reconhecimento pela sua campanha de não violência a favor da auto-determinação política do Tibete. Os chineses foram contra essa homenagem.
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