2021-04-13

«Honjok», de Francie Healey e Crystal Tai: O que significa realmente estar sozinho?

«O maior feito do mundo consiste em sabermos pertencer a nós mesmos», afirmou o importante filósofo da Renascença Francesa Michel de Montaigne. Em Honjok, de Francie Healey e Crystal Tai, que chegará às livrarias portuguesas no dia 15 de abril, somos convidados a redescobrir o prazer da nossa própria companhia e a desfrutar do silêncio e da tranquilidade que resultam de estarmos bem connosco mesmos, para lá das normas sociais e culturais.

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Este é um livro no qual são partilhadas reflexões sobre a beleza da solitude e a profunda satisfação que decorre de investirmos na nossa vida interior. Trata-se, assim, de uma viagem de autorreflexão que conduzirá o leitor à sua interioridade através de um processo de observação diligente e de um cuidado questionamento.

Ao explorar os temas da solidão, do amor- -próprio e da liberdade exercida do interior para o exterior, a leitura de Honjok oferecer- -lhe-á a oportunidade de aprender mais sobre o seu eu verdadeiro e sobre os seus desejos e necessidades.

«O termo honjok […] emergiu na Coreia do Sul como chavão contracultural em 2017, altura em que um elevado número de jovens coreanos começou a usá-lo como um hashtag identitário e alusivo às suas atividades. “Hon” é uma abreviatura de “honja”, que significa só; “Jok” significa tribo. Juntando ambos, “honjok” significa “tribo de uma só pessoa”».

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